Segunda-feira, 2 de Junho de 2008
Olhão é notícia em

 

 Farol, Culatra, Armona (Ria) e Cavacos praias inseguras.
 

Este Verão há mais 32 praias perigosas. De acordo coma edição do jornal Público deste domingo, o Governo prepara-se para retirar 32 zonas, até consideradas seguras. Nove ficam na região norte, oito no centro e 15 no Algarve.

 

Segundo a mesma notícias do jornal Público, que cita fonte do Ministério do Ambiente, «o critério da segurança foi levado em conta com mais rigor» este ano. Uma lei de 2004 diz que todas as praias, para serem zona de banhos, devem ter água de boa qualidade e vigilância. Um ponto que nem sempre foi levado em consideração.

Em declarações ao Público, Ana Seixas, vice-presidente do Instituto da Água, confirma que «a aplicação [da legislação] está mais consolidada» porque havia zonas consideradas seguras que não tinham vigilância e dá como exemplo, a da Fábrica, em Vila Real de Santo António.

Caparica perigosa?

Nas estatísticas do Instituto de Socorros a Náufragos (ISN), a Costa de Caparica é uma das zonas onde morrem mais banhistas durante a época balnear. Entre 2000 e 2007 morreram 18 pessoas.

Depois Caparica, e segundo escreve o Público, encontramos a Nazaré (com dez mortos), Peniche (nove), a região de Aveiro (oito), Cascais (oito) e Lagos (oito).

As 32 que deixam de ser seguras

Na zona norte do país saem da lista as praias: de Forte Cão, em Caminha; Ínsua, em Viana do Castelo; Antas, Belinho e São Bartolomeu do Mar, na zona de Esposende; Codixeira, na Póvoa de Varzim; Paramos, Rua 37 e Silvade, em Espinho.

No centro do país passam a inseguras as praias: Foz do Arelho-Aberta, nas Caldas da Rainha; Consolação-Norte, em Peniche; Paimogo e Porto das Barcas, na Lourinhã; Amanhã, Foz do Sisandro, Guincho e Seixo, em Torres Vedras.

 

Já a sul deixaram de ser seguras as praias: Boca do Rio e Figueira, em Vila do Bispo; Batata, em Lagos; Almargem, Forte Novo e Loulé Velho, na zona de Loulé; Culatra-Ria, Faro-Ria, Hangares, Ilha do Farol-Ria, em Faro; Cavacos, em Olhão; Forte da Barra, Ilha de Tavira-Ria e Lacem, em Tavira e Fábrica-Mar, em Vila Real de Santo António. 

iol
 

 

 Pescas

Reuniões importantes para hoje e António da Branca, dirigente associativo de Olhão diz que: é preciso ter cabeça fria"

 

Os portos portugueses viveram hoje (domingo) um dia sem incidentes, apesar de se manter a greve motivada pelo aumento dos combustíveis, com os pescadores a apelarem à serenidade e a remeterem novas decisões para segunda-feira.

As organizações de pescadores e armadores reúnem-se segunda-feira para fazer um balanço da greve e definir acções futuras, podendo haver uma nova reunião com a tutela no mesmo dia, antes da partida do ministro Jaime Silva para Roma onde participará na cimeira da FAO (organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura).

Depois de um sábado marcado por confrontos entre pescadores, comerciantes e polícias na lota de Matosinhos, o dia decorreu hoje mais sereno, tendo sido levantados os piquetes de greve na Figueira da Foz e em Peniche.

"Estive em contacto com colegas de vários portos e está tudo calmo. O que aconteceu em Matosinhos é inaceitável e não pode voltar a acontecer. É preciso serenidade de parte a parte", declarou à Agência Lusa o presidente da Associação de Armadores das Pescas Industriais, Miguel Cunha.

Também o presidente da Associação de Armadores do Sotavento, António da Branca, disse que "é preciso cabeça fria" para resolver uma situação "que não é fácil".

"Queremos que tudo caminhe dentro da normalidade. Amanhã, saberemos o que se vai fazer", adiantou este responsável, acrescentando que os pescadores se vão reunir hoje às 22:00 no porto de Olhão para manter a vigilância e evitar a chegada de peixe espanhol.

Segunda-feira é também o dia em que se reúnem, em Madrid, representantes governamentais do sector das pescas de Portugal, Espanha, França e Itália.

Os pescadores e armadores portugueses esperam que do encontro saia uma decisão administrativa de baixa do preço dos combustíveis.

Os pescadores europeus continuam mobilizados contra o aumento acentuado do preço dos combustíveis, mantendo-se em Portugal, Espanha e Itália uma "greve ilimitada" começada sexta-feira.

Mas o movimento começa a mostrar cedências, depois de os pescadores da Catalunha (Espanha) terem decidido retomar a actividade segunda-feira.

Em França, depois de 15 dias de mobilização, o mundo das pescas entrou em compasso de espera, com vários comités regionais a apelarem ao regresso ao trabalho.

Para quarta-feira, está prevista em Bruxelas uma manifestação de pescadores portugueses, franceses, espanhóis e italianos.

Jornal de Notícias

 

 

saíu o nº2 do orgão de informação e propaganda da Câmara de Olhão. Pode visualizar aqui (PDF)

info.olhão.02

Boletim Municipal 02


mano zé às 07:35
link do post | comentar

acompanhe a
blogosfera olhanense actualizada a cada meia hora

 

     aqui

visitantes desde 26/12/2008

arquivos

Fevereiro 2009

Dezembro 2008

Novembro 2008

Outubro 2008

Setembro 2008

Agosto 2008

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

subscrever feeds