Terça-feira, 3 de Junho de 2008
Olhão é notícia em

 

 

 

Sucata em Olhão (Bias) vai ser removida.

 As autoridades ambientais do Algarve querem erradicar até Outubro as quinze sucatas ilegais existentes na região, ao abrigo de um plano nacional que hoje incluiu a realização de acções simbólicas em cinco pontos do país.

 Os depósitos ilegais com veículos em fim de vida, compostos por materiais perigosos como plásticos, borrachas ou metais, não cumprem normalmente os requisitos para salvaguardar o ambiente e evitar a contaminação dos solos.

Para erradicar as centenas de sucatas ilegais existentes em Portugal, o Ministério do Ambiente lançou uma campanha nacional para a limpeza desses espaços, sensibilizando os infractores com acções pedagógicas.

Um dos pontos do país escolhidos para realizar uma dessas acções foi Olhão, onde funciona há cerca de trinta anos um depósito ilegal de carros, que começou por ser uma oficina e nunca obteve licenciamento para a actividade.

A acção de sensibilização de hoje, que a agência Lusa acompanhou, foi impulsionada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve (CCDR/Algarve), cujo presidente, João Faria, afirma querer que até Outubro as sucatas ilegais da região tenham sido removidas ou estejam em processo de remoção.

Situada em Bias do Sul, entre Olhão e Tavira, aquela sucata ilegal tem actualmente 126 carros, que deverão ser totalmente removidos em poucas semanas por uma unidade móvel que se deslocará ao local.

O serviço prestado pela unidade móvel consiste em retirar os materiais perigosos e compactar os não perigosos, que são depois transportados para um centro próprio para o efeito.

"Assim é mais rápido e sai mais barato do que transportar os carros em reboques até às unidades de desmantelamento", refere Maria José Nunes, responsável pela Divisão de Serviços de Ambiente da CCDR/Algarve.

No Algarve está em funcionamento apenas uma unidade do género e não existe nenhum centro que receba veículos apreendidos pela polícia, à guarda dos tribunais ou removidos da via pública por estarem abandonados.

"Faltam centros de recepção para esses veículos", referiu à agência Lusa o presidente da CCDR/Algarve, que sublinha que nos casos em que são apreendidos, não são considerados veículos em fim de vida.

Como tal, as autoridades ambientais não podem proceder à sua remoção ou tomar qualquer acção administrativa, já que os carros estão à guarda das autoridades policiais ou judiciais.

A sucata de Olhão é uma das quinze no Algarve que estão em situação ilegal, sendo uma das três que está já em processo de remoção, a par da de Alcantarilha, Silves, e Portimão, a maior de todas, com mais de 200 veículos.

O proprietário, Filipe Salero, confessou estar disposto a colaborar na remoção das viaturas e aguarda a chegada da unidade móvel contratada para desmantelar e compactar os veículos para depois pedir a licença de funcionamento.

Segundo Filipe Salero, que diz já ter dado entrada de um processo na Câmara de Olhão para averiguar se a localização do depósito não é incompatível com as regras do ordenamento de território, o mais certo é que a sucata venha a tornar-se num centro de desmantelamento de veículos.

A lei confere a hipótese de licenciar espaços que funcionem apenas como centros de recepção, que servem apenas como depósitos, ou de desmantelamento, que já inclui retirar peças e enviar a carcaça do carro para reciclagem.

De acordo com João Faria, a grande preocupação é que a maior parte das peças dos carros em fim de vida constituem um perigo para o ambiente, sendo que compostos como os óleos têm que ser neutralizados para que não contaminem os solos em eventuais derrames.

Para obter licenciamento, os depósitos ilegais têm que possuir vedações - para evitar que os carros sejam vandalizados ou utilizados em brincadeiras perigosas para as crianças -, e ser dotados de sistemas de impermeabilização e drenagem.

As acções com vista à erradicação de sucatas ilegais resultam de um protocolo entre cada uma das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional com a Valorcar, Sociedade de Gestão de Veículos em Fim de Vida.

Além de Olhão, houve acções em Braga, onde o ministro do Ambiente assistiu à remoção de veículos em fim de vida de um depósito inserido em terrenos da Reserva Ecológica Nacional, Tábua, Mafra e Alter do Chão.

RTP


 
Faixa com 14 quilómetros ao largo da Armona reservados para "of-shore"

O Ministério da Agricultura delimitou uma faixa de 14 quilómetros na ilha de Armona, no Algarve, para serem totalmente dedicados à aquacultura "off-shore", pretendendo com este investimento aumentar este tipo de produção em Portugal.

O objectivo do Governo passa por conseguir elevar a produção de peixe de viveiro das três mil toneladas actuais para 28 mil toneladas, apontou Luís Vieira, secretário de Estado das Pescas, ao Jornal de Negócios.

Em cinco anos, diz, será possível quadruplicar o total de peixe em aquacultura em Portugal, actualmente a rondar os 3% do total de peixe capturado.

Paralisação das pescas

pescador atropelado em Olhão

Um pescador que participava no piquete de greve, durante esta madrugada, em Olhão, foi hospitalizado depois de uma viatura ter avançado sobre ele, junto à Lota.

 

A informação foi adiantada ao PortugalDiário pelo oficial de dia do Comando da PSP de Faro, que desvalorizou a situação.

«Um dos intervenientes no piquete de greve pôs-se à frente de uma viatura que ia a passar por ali e esta deu-lhe um toque», explicou o agente da PSP, acrescentando que «o INEM foi chamado e o pescador foi conduzido ao hospital de Faro por mera precaução».

O condutor, que algumas fontes no local referem ser um comerciante de peixe que forçou a entrada na Lota, foi identificado pela PSP de Olhão mas «não houve detenção», acrescenta ainda o oficial de dia do Comando de Faro.

Pescadores dispostos a cancelar a greve

Os pescadores e armadores admitem cancelar a greve que mantêm desde sexta-feira caso sejam hoje acordadas numa reunião com o ministro da Agricultura medidas sociais que abranjam todo o sector, disse fonte sindical, citada pela Lusa.

Para Frederico Pereira, dirigente da comissão de representantes do sector da pesca, uma das medidas que pode desbloquear «a crise» gerada pela greve tem a ver com a isenção da taxa social única, que é variável e corresponde a 10 por cento do preço de venda do pescado.

A propósito da linha de crédito de 40 milhões de euros, que poderá ser avançada pelo Governo para pescadores e armadores fazerem face ao aumento do preço dos combustíveis, Frederico Pereira afirmou que pretendem conhecer a proposta em concreto na reunião de hoje.

Frederico Pereira, que é igualmente dirigente da Federação dos Sindicatos do Sector da Pesca, falava aos jornalistas hoje em Lisboa à entrada para a reunião com Jaime Silva, agendada para as 08:00, mas que cerca de 15 minutos depois da hora ainda não tinha começado.

 IOL

 

Valorização do património histórico em Olhão

Estrada romana em Moncarapacho vira percurso pedreste

A Associação de Valorização do Património Cultural e Ambiental de Olhão (APOS) e a Associação para a Valorização e Promoção do Património (Hera) vão dinamizar e recuperar a antiga estrada romana de Moncarapacho (Olhão), tornando o circuito visitável e apto a acções de promoção turística e cultural.

A Associação de Valorização do Património Cultural e Ambiental de Olhão (APOS) e a Associação para a Valorização e Promoção do Património (Hera) vão dinamizar e recuperar a antiga estrada romana de Moncarapacho (Olhão), tornando o circuito visitável e apto a acções de promoção turística e cultural.

Em declarações ao «barlavento», Fábio Carbone, presidente da Hera, uma associação de defesa do património nascida em Aveiro, mas com presença no Algarve há mais de um ano, explicou que, neste momento, está ser feito o levantamento completo do percurso, embora a quase totalidade do caminho esteja «visitável e limpo».

«Para já, a nossa intenção é divulgar o percurso, até porque muita gente não conhece a importância daquela estrada, nem sabe do seu valor histórico», avança o arqueólogo da Hera.

Numa segunda fase, o projecto quer ir mais além, estando em carteira a marcação do caminho e sua integração numa rota pedestre homologada.

Aproveitando a experiência da associação no trabalho com as comunidades locais, Fábio Carbone quer também criar motivos de interesse para que as pessoas visitem e protejam o local.

«Afinal, não se pode pedir às pessoas que saiam de casa só para observar alguns metros de um caminho que se diz ter importância histórica», considera.

A pensar nisso, as associações envolvidas no projecto vão, no dia 8 de Junho, fazer uma marcha-passeio interpretativa para chamar a atenção da importância daquele troço que revela vestígios da presença romana e medieval, embora não se encontre classificado pelo Igespar.

«De acordo com a investigação feita por mim e pela minha equipa, podemos afirmar que, apesar de a maior parte do troço e da ponte apresentarem características que nos levam à época medieval, a origem da via é romana, como demonstra a utilização de grandes lajes de calcário marmoreado», precisa Carbone.

Apesar da boa conservação da maioria do percurso, há partes da estrada que já foram destruídas ou danificadas aquando da colocação de tubagens públicas, em 2003, a Norte da vila de Moncarapacho. Uma situação que os responsáveis pretendem evitar, tornando agora mais visível a presença da via histórica.

O projecto de recuperação da estrada romana foi um projecto iniciado pela associação olhanense APOS, que decidiu aproveitar o know-how da Hera em trabalhos semelhantes desenvolvidos noutros pontos do país.

A Universidade do Algarve é um dos parceiros do projecto, embora as associações queiram envolver as autarquias e colectividades locais na promoção daquela rota histórica do barrocal.


Passeio pedestre inaugura projecto

As associações Hera e APOS vão inaugurar o projecto de valorização da estrada romana de Moncarapacho, no próximo dia 8 de Junho, a partir das 8h30, com uma marcha-passeio.

O percurso, de quatro quilómetros, terá a duração de duas horas e meia e será de dificuldade média-baixa. A visita será guiada por técnicos e arqueólogos e a participação é gratuita, mediante inscrição pelo mail heraonline@gmail.com.

O percurso a visitar pertence a uma das vias que saíam da antiga cidade romana de Balsa – hoje, Luz de Tavira – e confluía com outra via que ligava directamente a Ossónoba (Faro).

barlavento online


 
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